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Cinantrop em exibição na Marinha Grande

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O Foyer da Casa da Cultura Teatro Stephens, situado junto à receção no Museu do Vidro, na Marinha Grande, recebe o 3º Cinantrop - Festival Internacional de Cinema Etnográfico, de 28 de abril a 02 de maio, através da exibição dos filmes apresentados a concurso à edição de 2014. A entrada é gratuita.

A iniciativa abrange os concelhos de Marinha Grande, Batalha, Leiria e Ourém e pretende tornar a Alta Estremadura na capital do cinema documental e etnográfico de Portugal e promover os municípios aderentes a este projeto a partir do cinema.

Como habitualmente, o festival abrange três secções competitivas: internacional, portuguesa e regional. Os filmes devem abordar perspetivas relacionadas com temáticas como a dimensão turística, o património natural e/ou construído, a história, as tradições, a cultura material e imaterial dos concelhos de Batalha, Leiria, Marinha Grande e Ourém.

No Foyer da Casa da Cultura Teatro Stephens, serão exibidos os seguintes filmes:

De 28 a 30 de abril, das 10h00 às 18h00
Dia 2 maio, das 10h00 às 22h00

Todos os filmes são para M/12

 

”A Vida que a Gente só ouve falar”
Direção: Júlia Tami Ishikawa
Gênero: Documentário
Duração: 20 minutos
Cidade: São Paulo/SP
Sinopse: Sioneide e António não sabem ler nem escrever, a ex-vereadora e o funcionário de uma escola transformam a percepção da linguagem quando o saber depende de ouvir. De Manari, em Pernambuco, a Franco da Rocha, em São Paulo, ouvimos histórias que nunca foram escritas.

 

“Do Mar ao Fado”
Direção: Silvio Espalha
Duração: 20m:29s

 

“Nas tribos do Vale do Omo – Etiópia”
Direção: Érico Hiller
Duração: 3 minutos

 

“Uma Vida mais Simples”
Direção: Inês Alves
Duração: 39 minutos
Sinopse: A vida de uma família portuguesa em África, entre os anos 50 e 70, contada a partir de imagens de arquivo. “Na despensa de casa dos meus pais, perdidas entre vassouras e latas de feijão, encontrei várias K7s VHS com o titulo “África. Eram cópias de filmes com imagens de Moçambique e África do Sul, gravadas pelo meu avô em 8mm entre os anos de 1954 e 1978. Percebi que estava ali uma parte importante da vida dos meus avós e da minha família. Resolvi mostrar-lhes as imagens que não viam há muito, na esperança que lhes avivasse as memórias. Sentei-me para ouvir o que tinham para contar...”

 

“Gentes da praia da Vieira!"
Fotos da ECO
Duração: 1m:29s

 

“Manuel Limpinho”
Direção: Silvino Espalha
Duração: 9m:30s

 

“Cura”
Realizador e produtor/distribuidor: Pedro Alves
Duração: 17 m:25s
Nacionalidade: Português
Biografia:
Nasceu na Nazaré, em 1979. Cresceu em Amor, apaixonado pela ruralidade e pela riqueza cultural que a caracteriza. Licenciado em Relações Internacionais – Económicas e Politicas pela Universidade do Minho, é diretor comercial numa empresa da região e paralelamente tem uma pequena estrutura empresarial, que se dedica à produção audiovisual.
Sinopse:
Desde sempre que o Homem tenta contornar as doenças que o atormentam. O recurso a métodos de cura pouco científicos vem de longe e perdura sobretudo nas aldeias de Portugal. A "Cura do Retorcido e a Cura do Ar" são dois dos "métodos" mais utilizados pela Dona C.

 

“Morcela de Arroz”
Realizador: Ricardo Portela
Produtor: Joel Rainho
Duração: 12 minutos
Sinope:
Processo de confeção da Morcela de Arroz desde a matança do porco até estar pronta a consumir.

 

“Pastor Polis”
Autores: Manuel Leiria e Joaquim Dâmaso
Sinopse:
Leiria cresceu muito em poucos anos. Na sua urbanidade sobrevivem traços de uma ruralidade forte, que remete para a ligação das pessoas às terras férteis do Lis. "Pastor Polis" é a amostra de um dia na vida de António Neves, o pastor que quotidianamente passeia o seu rebanho no percurso que mudou o rosto de Leiria e revolucionou a vida e os hábitos dos seus habitantes. Num mesmo cenário, cabras e ovelhas coabitam com fatos de licra, bicicletas BTT e carrinhos de bebé.
Duração: 12:16:00